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“A felicidade não é o prêmio da virtude, mas a própria virtude; e não gozamos dela por refrearmos as paixões, mas ao contrário, gozamos dela por podermos refrear as paixões.”

Espinosa

Crises, conflitos e guerras no Mediterrâneo

Cahiers de la Méditerranée, revista do Centre de la Méditerranée Moderne et Contemporaine, edita duas vezes por ano números temáticos de “estudos Mediterrânicos”, numa perspectiva interdisciplinar. O portal revues.org disponibiliza os textos integrais dos números editados entre 2001 e 2007.

Os vols. 70 e 71, de 2005, são dedicados às crises e conflitos no Mediterrâneo:

«La démarche qui inspire cette introduction n’est pas de donner l’explication définitive, sur le monde méditerranéen à la fois complexe et compliqué, et traversé de multiples zones de fractures. Il n’y a d’ailleurs jamais une seule explication en histoire. L’objet de ce propos introductif sera donc modeste. Il s’agit de penser la Méditerranée au cœur des Etats et des hommes, là où se nouent les mécanismes qui produisent et nourrissent la violence. J’essayerai de mettre l’accent sur quelques repères et de répondre à une question essentielle : la Méditerranée a-t-elle jamais été une mer de paix ?» [Samya El Mechat, “La Méditerranée, « paix et guerre entre les nations »”, introdução aos números temáticos]

 Destaque: Maher Charif, “Un siècle d’histoire: comment comprendre la persistance du conflit arabo-israélien?”

Resumo : “Cette étude propose, en recourant à l’histoire du conflit arabo-israélien, d’analyser quelques facteurs et phénomènes essentiels qui l’ont exacerbé et qui ont entravé sa résolution, comme la nature originelle du projet sioniste, les racines du « refus » arabe, les mutations, sociales et politiques, survenues en Israël depuis la fin des années 1970, les relations privilégiées entre Israël et les Etats-Unis, ainsi que les raisons de l’« impuissance » arabe.”

[CM]

A cortesia do momento cavalga sobre o cavalo hirto da memória. Em busca de alento e sedenta pela mágoa. O deslumbramento da mente está acima do nada. Impossibilidade tortuosa, sonhar, imaginar. A contingência do momento cego. O simbólico…

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Tudo tem uma imagem. Nós temos uma imagem de uma coisa. Cada um tem uma imagem. As coisas são imagens. Pelo menos nós apercebemo-nos delas através de imagens conceitos que absorvemos do que nos rodeia. Tu és uma imagem, aquilo que tu vês é uma imagem quer crias, a partir de uma outra determinada imagem. Vemos imagens que nós próprios criamos. Temos uma ideia de uma imagem de nós, e temos várias outras, pois são as imagens que os outros criam. Conseguiremos então a nossa própria imagem?

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Dan Sperber´s Web Site

http://www.dan.sperber.com/

em especial

http://www.dan.sperber.com/mitecs.htm

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MENTES_URBANAS

 

 

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